Autor/Editor: Pedro Miguel - Formado em Nutrição pela UFMG; Pós graduado em Fitoterapia; Membro ISAK; Advanced Nutrition Specialist, pela IFBB; Colaborador do livro Biodisponibilidade de nutrientes; Graduando em psicologia;
Introdução
A transição das cirurgias plásticas do escopo reconstrutivo para fins estéticos reflete pressões socioculturais e a valorização do capital corporal, intensificadas pelos padrões inatingíveis das redes digitais. Essa crescente demanda frequentemente se sobrepõe a quadros psicopatológicos subjacentes, como o transtorno dismórfico corporal, transtornos de personalidade, manifestações depressivas, ansiosas e transtornos alimentares. A compreensão desses fatores determina o prognóstico clínico, visto que intervenções invasivas e não invasivas impactam diretamente a percepção da autoimagem e a estabilidade psíquica.