Autor/Editor: Pedro Miguel - Formado em Nutrição pela UFMG; Pós graduado em Fitoterapia; Membro ISAK; Advanced Nutrition Specialist, pela IFBB; Colaborador do livro Biodisponibilidade de nutrientes; Graduando em psicologia;


Introdução

A taurina, um ácido 2-aminoetanossulfônico, é o aminoácido livre mais abundante nos tecidos de mamíferos, compreendendo cerca de 50-60% do “pool” de aminoácidos livres (2, 5). Sendo o produto final do catabolismo da cisteína (Cys), foi isolada pela primeira vez da bile do touro em 1827 (1). Encontrada predominantemente em produtos de origem animal, sua presença é limitada em fontes vegetais (1, 3). A versatilidade da taurina tem levado à sugestão de diversas aplicações terapêuticas, incluindo o tratamento de condições como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, distúrbios hepáticos e renais, sepse e processos inflamatórios (1).