Autor/Editor: Pedro Miguel - Formado em Nutrição pela UFMG; Pós graduado em Fitoterapia; Membro ISAK; Advanced Nutrition Specialist, pela IFBB; Colaborador do livro Biodisponibilidade de nutrientes; Graduando em psicologia;


Introdução:

Os avanços terapêuticos na prevenção e tratamento da rejeição em pacientes submetidos a transplantes de órgãos sólidos (TOS) culminaram em uma significativa extensão da sobrevida. Contudo, essa longevidade expõe uma nova vulnerabilidade, com as doenças cardiovasculares (DCV) emergindo como a principal causa de mortalidade nessa população. A dislipidemia é um fator de risco cardiovascular altamente prevalente no contexto do transplante, demandando uma estratégia de manejo especializada.